Por Padre Dwight Longenecke
A versão moderna do cristianismo acabará de desaparecer ou deixará ser cristã. Atualmente essa corrente afirma nas igrejas cristãs protestantes [na verdade, são seitas. O autor, infelizmente, não se baseia esse ponto na ortodoxia como veremos, em algumas partes, mais adiante] históricas, parte na Igreja Católica. Nada disse vai continuar muito mais tempo por dez simples razões:
1 – Modernistas negam todo tipo de sobrenatural e, portanto, não são verdadeiramente religiosos. Por religião quero dizer com relação à religião sobrenatural (se os povos primitivos [pode se afirmar isso somente no contexto da ignorância invencível nas falsas religiões, mas atualmente isso é raríssimo alguém se salvar fora da Igreja] a dançar ao redor de uma fogueira, ou uma grande Missa em uma catedral católica) é uma comunicação recíproca com outro mundo. É no nosso caso, a salvação das almas, a redenção dos pecados, vida após a morte, anjos e demônios, e tudo mais.
Os modernistas não são interessados nisso. Para eles, a religião [em letra minúscula, pois o artigo fica claro, ironicamente, um certo relativismo do próprio autor, embora seu contexto é ligado na doutrina tradicional ]é uma luta pela “igualdade”, para tornar um mundo um lugar melhor, sendo bom para todos, numa “espiritualidade”. Mas as pessoas logo percebem que não há necessidade de ir a uma igreja para contribuírem a fim disso, assim que param de irem para a igreja, e essa é a razão pela qual o modernismo irar desaparecer: a primeira geração de modernistas freqüentava a igreja regulamente, a segunda em vez em quando, a terceira, muito raramente, mas a quarta não vê a necessidade de freqüentar uma celebração religiosa. Eles concluem que, se de fato a religião é humanismo, o ritual de domingo é irrelevante.
2- Modernismo é algo individualista e não coletiva: cada uma pessoa decide sozinha de cada sociedade ou tema religioso conseqüentemente para ela, com indivíduos de opiniões fortes, mas de grupos diferentes afinidades intelectuais cada vez mais reduzida, até o seu desaparecimento.
3- O Modernismo é também subjetivo e sentimental [porta aberta a gnose]. É doutrina de impedimento e promove a individualidade espiritual ditadas pelos sentimentos da moral e doutrinário a questões importantes. Então, esse sentimentalismo, subjetivismo [pode se entender também relativismo], são rápidos de tirar a pessoa dos dogmas da Igreja, que requer adesão aos seus princípios. Os modernistas preferem “sua” espiritualidade e experiências individuais para qualquer atividade religiosa e de um culto coletivo. Isso é aonde vem o refrão “eu estou interessado em religião, e não em espiritualidade”. Este é o ponto atingi, nas igrejas protestantes e em uma parte da Igreja Católica que adotou esse pensamento moderno que não pode morrer porque seus seguidores não vêem vantagem de serem chamados, ou ser mesmo um crente.
4 – O Modernismo é um torcedor do revisionismo histórico. Modernistas rescreveem a historia segundo seus princípios e preconceitos. Quanto à religião, eles se cruzam com a Tradição, a essência da verdadeira religião. Como resultado, eles não obedecem à moda em matéria religiosa, que pode mudar, e pedem avanços mais previamente estabelecidos. Esta abordagem para atitudes de curto prazo pode garantir eles viverem longamente no corpo eclesial.
5 – os modernistas usam muito a contra-concepção e o aborto. Eles não têm filhos suficientes para enfrentá-los, e como a criança é criada na idéia que a liberdade de escolha é um valor cardeal, eles acabaram de abraçarem o paganismo ou a verdadeira religião.
6 – O cristianismo moderno está exigindo nada de seu rebanho. Pergunte a um modernista porque precisamos ir à igreja, a resposta será algo como: “Tu não precisas, mas estamos aqui, se tu quiseres vir, e isso te fazes sentir melhor, estamos prontos para ti seres bem-vindo”. Os sacerdotes católicos modernistas esfregam as mãos porque ninguém freqüenta os sacramentos. Isto é simplesmente porque durante 40 anos tem ensinado que não era pecado mortal deixar de ir a uma Missa, que a pratica religiosa não deve ser motivada pelo medo perder sua salvação, mas [somente] por amor a Deus. Embora este último sentimento parecesse ser digno, aqueles que não vêem problema nisso não deveria ser surpreender ao vê-los na frente nas igrejas vazias neste domingo.
7 – os modernistas não percebem a necessidade da prática religiosa, inclusive que se refere a si mesmo. Muitas vezes não (na verdade, ela na maioria das vezes) acreditava, na redenção do pecado, tudo que é sobrenatural, ele (ela) se tornou gradualmente modernista, e continuou a praticar, mas nunca se perguntou qual era a necessidade. Se isso acontecer, ele (ela) mais tarde vai deixar a Igreja. A não ser, claro, que ele seja um padre: para um profissional da religião, que é tão difícil de converter é melhor continuar a servir a sua Igreja sem muita convicção.
8 – O modernista permite toda a degeneração moral que minam a força da religião. Ser fiel a uma religião sobrenatural a moral exige alto-disciplina, e limitada nas suas ações aspirações desordenadas. Em vez disso, o modernista acredita que nenhuma religião pode impedir suas aspirações diferentes, sejam elas quais forem, que vive no coração do homem. É a religião do hedonismo, mestiços; para um hedonista verdadeiro, porém, há necessidade de adereços religiosos.
9 – os modernistas não são felizes. Entretanto, do meu ponto de vista eles não olharam.
10 – os modernistas não têm imaginação, eles levam tudo literalmente, que eles consideram um absurdo a radicalidade do Evangelho. São da respeitabilidade burguesa respeitável do mundo moderno, sempre da opinião da maioria, com a fera da subversão que é de fato institucionalizada. A busca da respeitabilidade, na luz da sociedade contemporânea, será cada vez mais a morte da verdadeira religiosidade.
Na conclusão, o que vai acontecer com o cristianismo moderno? Ele vai desaparecer, ou deixará de ser cristão. O modernismo não, infelizmente logo deixará de aparecer na ouropel (terminologia, costumes...) cristão, mas na adoção de formas ainda mais monstruosas na aparência ficando muito convincente. Espera se vê os modernistas continuarem a adotar todos os costumes negativos com sua sociedade.
[Tradução pessoal via Fides et Radio. Observações entre colchetes minhas]
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Se tu falas que é católico e já dizes por aí que “é normal pertence a qualquer 'igreja cristã'", então não estas longe na “evolução” amorosa apresentado pelo artigo acima. E, quem sabe, no exemplo da super “evolução” do Padre François Houtart, um dos principais redatores da Gaudim Et Spes, a justificar sua tentativa de abusar de um menino:
Cuidado, ele “pode ser você amaaanhã!”