quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uma aurora boreal recente e um antigo aviso

O blog Secretum Meum Mihi postou algo que me chamou atenção porque lembra um aviso dado por Nossa Senhora em Fátima. Um vídeo que corresponde a uma imagem de uma aurora boreal ou aurora polar, como era chamado anteriomente, ou luzes do norte. Porém, Essa imagem foi capturada ao sul, onde raramente ocorre esse fenônemo. Aconteceu na segunda-feira, 24 de outubro deste ano, em Jeffeson County, Perry Lake, Kansas, nos Estados Unidos.






Eis o aviso que me refiro:

“A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre" - Nossa Senhora em Fátima, Portugal.

sábado, 14 de maio de 2011

Os tradicionalistas e a nova instrução do Summorum Pontificum


Embora seja um assunto muito recente, o ataque a resistência tradicionalista ficou significativo na nova instrução sobre o Summurom Pontificum que saiu ontem.  É isso somente que quero abordar. Diz o parágrafo 19 abaixo:

"Os fiéis que pedem a celebração da forma extraordinária não devem apoiar nem pertencer a grupos que se manifestam contrários à validade ou à legitimidade da Santa Missa ou dos Sacramentos celebrados na forma ordinária, nem ser contrários ao Romano Pontífice como Pastor Supremo da Igreja universal."

Não dá nome aos bois, mas isso claramente é de encontro principalmente a Fraternidade (Sacerdotal São Pio X), as pessoas e as comunidades religiosas ligadas a ela. E até grupos ou associações ligadas ao tradicionalismo católico, mas sem ligação a fundação do Mons. Lefevbre. Quer dizer, tudo que é defesa contra os erros do Vaticano II na Igreja, provavelmente, querem acabar.

É sabido que esses documentos conciliares sempre foram ambigos. E assim prato cheio de vários gostos e sabores diante de pessoas que se alimentam da desonestidade intelectual. A prova disso, é a própria Instrução por causa da falta de clareza do Summorum Pontificum. Porque eles não podiam deixa-la, senão as heresias e os erros na Igreja de hoje não poderiam viver nela. Por isso, o cuidado de manter a Missa de Paulo VI ainda viva, na mesma Intrução. Foi necessário minar os contrários as novidades conciliares para que o doente terminal do Novus Ordo possa ainda viver.

Deste modo, confirmou se que Fraternidade sempre acertou, ao dizer aos seus fiéis, que se deveriam ter  reservas a Ecclesia Dei e agora as Missas do Motu Proprio.

O "ordinário local", como diz o Summorum Pontificum e a sua Instrução, mais que nunca, agora pode deixar de lado seus opositores. Por exemplo, a pedir, no mínimo, (embora seja pouco provável) ao  grupo pedinte  da Missa na diocese que seja  favorável ao Vaticano II, isto é, aos seus erros.

E se esses grupos forem buscar seu bispo local que seja favorável as Missas criolas, sertanejas, carismáticas,  marcxistas, ecumênicas, enfim, tolerante somente a esses abusos. Como ficará a situação deles?

Desculpe-me, tudo indica; quem, porém, é um tradicionalista "assumido", deve ser agora "enrustido". Se deseja a Missa de sempre agora com esse novo documento na sua diocese.

E como fica os grupos tradicionais que pretendem defender publicamente a Fé contra o modernismo e os erros conciliares, no exemplo da (solitária) Montfort?

Sei que o tempo dirá melhor sobre tudo isso no futuro.

E não é algo para se alegrar.

Mas, por enquanto, ficou mais horrorosa a situação dos tradicionais sem a Fraternidade por perto das suas casas, não é verdade?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bento XVI em Fátima no ano de 2010




Em 2000, o até então Cardeal Ratzinger foi um dos fortes ecos da nota oficial do Vaticano que confirmou a consagração fora feita e, deste modo, se cumprira com o atentado contra João Paulo II em 1981. Tudo foi uma tentativa de parar algumas fracas reivindicações sobre o assunto na época. Porque ousavam dizer que não fora feita a consagração pelo papa polonês em 1984.

Todavia,  parece que os tempos são outros. Ratzinger, reinante e agora como Papa Bento XVI, foi contraditório a ele mesmo e ao próprio inflexível Vaticano daquele tempo. Isso foi durante sua viagem no jato no dia 11 de maior de 2010 que o levou para Portugal diante dos jornalistas também presentes. Disse o Papa Bento XVI:

"Seria um erro pensar que a mensagem profética de Fátima está completa."

Além disso, ele indiretamente diz que as profecias não foram compridas a ligar os escândalos da pedofilia que surgiu como um fortíssimo ataque ao seu pontificado em 2010. E mencionou que essas profecias indicam eventos futuros.

Quem diria? Um até então Cardeal Ratzinger, considerado "linha dura" da mesma linha da conclusão oficial de Roma que Fátima era um evento do passado, poderia mudar tão drasticamente?

Sem dúvida, isso acima foi bastante constragedor a ele mesmo e a essa Igreja atual que governa compromentida a mentalidade conciliar que diz "tudo vai bem". E sempre tentou colocar como desconecta, no mínimo, a mensagem de Fátima ao entusiasmo sem pecados iniciado por seu antecessor João XXIII ao intocável Vaticano II.

In loco, o Papa Bento XV afirmou mais:

"Os sete anos que nos separam do centenário das aparições."

E que:

"Apressar o cumprimento da profecia do triunfo do Imaculado Coração de Maria, para a glória da Santíssima Trindade "...

Neste mês de maio dedicado a Nossa Senhora, rezemos ao papa  possa novamente nos supreender brevemente, embora ainda o tempo atual não seja tão ruim para muitos...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O estado de necessidade e os "papas"

Hoje a Igreja é como não houvesse um papa. Não. Isso não é sedevacantismo, ou um "sedevacantismo prático", conforme alguns dizem. É fato do nosso dia-a-dia nessa negação de Pedro, no exemplo da Paixão do Senhor. Em tempos tenebrosos, não é sem sentido lembrar o Evangelho dizendo que se ferirá o pastor e as ovelhas ficaram dispersas. Ou relatando principalmente essa crise da Igreja: as estrelas que cairam no céu (os sucessores dos apóstolos, isto é, os que receberam a sagração de bispo e até o nosso papa). Não é por acaso que mais de 40 anos sem um Magistério de papas que optaram uma Fé privada até hoje é coerente a tudo isso acima.

Assim surgiram vários "papas" para "suprimir" essa privação de Fé papal que leva a divisões e a contradições no mundo tradicional (ou que se imagina ligada à Tradição ainda).  E o malabarismo é evidente com coisas absurdas que se presencia nas opiniões "dogmáticas" de "Suas Santidades". E até com padres. Embora todos eles não gostem, isso é o que acontece quando se coloca em um plano superficial ou tenta  diminuir diante a uma legalidade canônica a ação dos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Isso tentarei esclarecer depois.

Por exemplo,  os "papas" discutem se houve ou não cisma de Lefebvre ou Mayer sobre as sagrações. Embora Roma diz que não houve atualmente. Do ridículo de dizer que a Fraternidade, no caso da Montfort antes da polêmica da saída do Padre Leonardo da arquidiocese do Rio de Janeiro, não era cismática; sobre os tribunais, porém, se contradiziam dizendo que havia cisma. E também Roma e nenhum papa nunca se manifestou sobre isso. Afinal, houve ou  ainda há o cisma na Fraternidade para eles?

Alguns "papas" comentaristas também defendendo a mesma coisa, embora até o Papa Bento XVI ficou preocupado com grande número de declarações de casamentos nulos nesses tribunais e o levou a reformar o código de direito canônico. Mas ninguém viu...

De um sedevantista que há na rede com seu blog e que diz que não há papa (eles todos dizem que  os sacramentos não são válidos e o Vaticano está vacante); mas esse disponibilizou D.V.Ds. Aos mesmos padres conciliares a aprenderem a rezar a Missa de sempre (isso foi no começo do Motu Proprio), embora ele diz que eles tem sacramentos "invalidos". Logo, sem ordenação sacerdotal válida...

De contrariar alguns deles a Fraternidade sobre a reserva na Missa aplicativa do mesmo indulto, mas sem querer enxergar que há missas abusivas tradicionais em algumas partes do mundo, seguindo comprovam muitos comentaristas em bloques (eu mesmo presenciei isso). O que levou cartas de protesto de fiéis a Ecclesia Dei sobre isso, algumas divulgadas na Internet. Portanto, legitima tal precaução.

Do I.B.P. de dizer, segundo alguns de seus padres, que há legitimidade na Missa Nova. Ou todo instituto sacerdotal dizer agora que a Missa de sempre é um "carisma"; não uma defesa contra as inovações da Missa moderna, por exemplo, de tempos como membros da Fraternidade. Embora estejam agora perto do papa, segundo as opiniões "dogmáticas"dos "papas".

Emfim, tudo isso leva a essas contradições quando não há honestidade intelectual de tais "papas" que desprezam uma reflexão profunda sobre o estado de necessidade. É isso que quero dizer.

Por isso a esperança não é humana, é divina. Mas muitos não querem ver esse estado oferecido por Deus. Em tempos confusos e tenebrosos, Deus  sempre ofereceu meios para nos salvar. Se não há esses sacerdotes fieis na nossa presença, devemos rezar para todos possam ter essa graça tão extraordinária ou suportar de outro jeito, porque esse tempo é de trevas.

É verdade que um papa levará a Igreja as colunas da Eucaristia e de Nossa Senhora, segundo  o sonho profético de São Dom Bosco. Mas só Deus sabe quando será isso. O tempo de Deus não é o tempo dos homens. Em 1917, Nossa Senhora demostrou para algumas crianças  que as almas caiem no inferno como folhas no outono europeu.

Mas isso é algo longe de se compreender principalmente quando eles estão presos a essas picuinhas humanas...

A idolatria leiga, reflexo de uma Igreja em crise

Tudo fica claro para muitas pessoas de bom senso, quando acontece coisas absurdas levadas até ao extremo. Não sou melhor que ninguém, mas aquela polêmica levantada por um grupo de leigos contra a Fraternidade (Sacerdotal São Pio X) foi bem esclarecedora para mim. Há hoje uma arrogância que chega a idolatria na Igreja. Tentarei explicar melhor isso.

Depois de alguns dias que passou esse acontecimento absurdo, eu li e estudei um grande artigo de Dom  Lourenço: "Conversadores ou Católicos?". Diz o texto diz que é bom buscar a razão, mas não ter a razão. Ora, a diferença é que a razão é fundamental para consentimento da inteligência para ter a Fé. Mas a razão falsa significa ter a razão entre os homens. Assim deveria ser um meio para a Verdade; para muitos, porém, tornou-se um fim.

Realmente, isso é algo protestante, preocupante e triste. É fruto de uma mentalidade liberal  e egoísta cujo princípio é a "liberdade" de agir e pensar; mas sem Deus. Isso tenta também no mundo tradicional. Muitos católicos vindos de igrejas conciliares ainda carregam esse "D.N.A." Opinia-se, no mundo liberal; eles também. Assim apareceram coisas bizarras e até diabólicas, no exemplo da eutanásia e do aborto. Por isso, é essa a lógica que espera para eles um dia. É a consequência de todo aquele que absorveu isso: a imoralidade.

Por isso, esse grupo da Montfort jogou baixo, com calunias e fofocas na rede. E fugiu de um debate sério com argumentos (principalmente lançado pelo Sidney - ficará mais claro quem acompanhou esses fatos), sem contradizer essa lógica. Esse é sinal de Satanás que quis se libertar de Deus e seus Mandamentos, principalmente contra 1º e o 8º. É um sinal de total desprezo do filho das trevas.

Assim é um exemplo que nenhum grupo leigo católico andará fiel a sua Fé até seu fim na terra, sem acompanhamento católico sério. É sinal de orgulho caminhar sozinho. E sabemos que o maior orgulhoso é o Diabo que não quis ser obediente a Deus. Na pessoa e Jesus Cristo Encarnado glorioso depois da sua humilhante paixão, Deus deu autoridade somente aos apóstolos de reter e perdoar pecados. Ora, esse é o maior sinal de autoridade de sacerdotes sobre os leigos. Professor nenhum vai perdoar pecados em um confessionário. Mas Montfort demonstra que anda no anticlericarismo. Foi que deixou claro o Padre Laquerie por chama-la de T.F.P.  disfarçada de Montfort. Ora, não se submeter a autoridade de padres não é uma prova disso?

O que dizer dos leigos "teólogos" solitários? Aqueles que aparecem em comentários e que tem bloques? Esses são os papas de hoje, cada um com sua opinião. Ou devo dizer sua "Igreja"? Ai daquele que constenta-los, pois se colocará "argumentos" que necessita de 300 anos para lê-lo por inteiro, ou receberá uma tréplica ad infinitum... Pensam que estudaram demais que qualquer um sentados nos seus computadores, embora um Padre Calderon tenha passado toda sua adolescencia até sua fase adulta, no exemplo da maioria dos padres,  em faculdades, em seminários, em doutorados, etc. Não é uma prepotência deles, no mínimo? É um zé ninguém todo aquele que assina com palavras em latim nos finais nos seus textos, na maioria dos casos. O sujo anda com o mal lavado; logo isso não é sinal de piedade ou amor a Igreja.  São somentes fiéis a Lutero que lhes ensina uma "Fé" autônima. É um amor ao "eu".

Para mim, essa babel da arrogância reforça mais a refletir sobre o estado de necessidade, cuja poucas palavras aqui não dão para descrever. E, por irônia, são eles mesmos que demonstram isso: são suas cegueiras que dão olhos aos cegos, quem tem olho que veja.

Em fim, eu não tenho autoridade nenhuma, graças a Deus. Penso, porém, que todos os bloqueiros sérios deveriam, pelo menos, encerrar a sessão de comentários.  Esses blogues (a estrutura) nasceram na mentalidade liberal de opiniar sobre tudo. Por isso, há caixa de comentários neles. Não é bom Forum, Orkut, etc. Porque são da mesma linha.  O Evangelho diz que devemos amar ao próximo, não fala nada do virtual. Portanto, sem relatar sobre à distância sem autêncidade comprovada. E os padres deveriam serem reservados a Internet, só com conteúdo necessário. Dar exemplo também.

Hoje, portanto, há uma idolatria ao homem, quando a Igreja se abstêm de apontar o Cristo Ressuscitado para ser adorado. Esse é o tempo terrível aos nossos olhos deixado pelo Concílio liberal e simpático ao protestantismo que deixa a Igreja ainda na Paixão do Senhor, no tempo das trevas.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Provável volta da sedia gestatoria e esperança para um novo caminho para a Igreja



O ano de 2009 circulou muito rumores sobre a volta da sedia gestatoria. Os críticos, inimigos da doutrina de sempre, andaram logo dizendo que isso era algo mais saudosista que útil de fato a Igreja. Porém,  mês de janeiro de 2011, com essa idas e vindas de rumores,  há um argumento que há uma necessidade realmente dela: “O especialista em segurança Dominic Scarborough pede ao Vaticano para desenhar na tradição para evitar uma repetição do ataque Missa do Galo a Bento XVI”.

Os últimos momentos da gesta gestatória ocorreram nos pontificados revolucionários de Paulo VI e João Paulo I. Estes desejavam serem fiéis as mudanças da via crucis do Concílio, e a Igreja assim já caminhava com a face vergonha por causa do seu passado.

Depois da coroação, Paulo VI aboliu pessoas e coisas que cercava a sua gesta:  frabellas, os guardas que sempre acompanhavam ao lado dos papas, os sediares, enfim, todas as coisas que lembravam a corte papal e esse momento triunfante do papa monarca. Ironicamente, o reumatismo de Montini a salvou da mania dele de abolir tudo.

Em 1978, no pontificado 33 dias de João Paulo I prometia prosseguir mais radicalmente nessa direção. Ficou claro isso no dia da sua posse na Praça São Pedro: coroação, sem coroa, e uma Missa solene, sem solenidade. Por isso que Luciani não desejava se locomover publicamente com ela no seu pontificado para seguir a pobreza do Concílio. Mas graças à insistência ao papa por parte dos sediares, mais uma vez esse instrumento teve sobrevida. 

João Paulo II, infelizmente, com a simplicidade dos dois seus antecessores, a matou de vez. Nos últimos momentos de pontificado e com a velhice implorando parar de andar tanto, ele preferiu a “sedia motorizada” para ser fiel a esse desejo dos seus últimos antecessores em Roma.  Era uma espécie de carrinho moderninho que levava Wojtyla sentado para celebrar as missas papais na Basílica do Vaticano.

Mas por causa de uma loucura de uma mulher que correu de encontro do papa na procissão da Missa de Natal de 2009, começou a se pensar seriamente na sua volta que hoje retornou com essa especulação com a volta dos sediares.

Foi necessário que o Papa Bento XVI caísse com a cara ao chão sobre essa vontade papal conciliar a fim de satisfazer essa mentalidade antropocêntrica sempre indo até ao altar de São Pedro para vê essa verdade?

Não se sabe, mas há um ditado que diz que "Deus escreve certo em linhas tortas".  Quem sabe um papa conciliar verá que não só a sedia gestaroria é um caminho seguro (Pio XII ficava em pé nela), mas toda Tradição para a Igreja. Isso é mais importante.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

As dez razões pelas quais o cristianismo no modernismo vai desaparecer

Por Padre Dwight Longenecke

A versão moderna do cristianismo acabará de desaparecer ou deixará ser cristã. Atualmente essa corrente afirma nas igrejas cristãs protestantes [na verdade, são seitas. O autor, infelizmente, não se baseia esse ponto na ortodoxia como veremos, em algumas partes, mais adiante] históricas, parte na Igreja Católica.  Nada disse vai continuar muito mais tempo por dez simples razões:

1 – Modernistas negam todo tipo de sobrenatural e, portanto, não são verdadeiramente religiosos. Por religião quero dizer com relação à religião sobrenatural (se os povos primitivos [pode se afirmar isso somente no contexto da ignorância invencível nas falsas religiões, mas atualmente isso é raríssimo alguém se salvar fora da Igreja] a dançar ao redor de uma fogueira, ou uma grande Missa em uma catedral católica) é uma comunicação recíproca com outro mundo. É no nosso caso, a salvação das almas, a redenção dos pecados, vida após a morte, anjos e demônios, e tudo mais.

Os modernistas não são interessados nisso.  Para eles, a religião [em letra minúscula, pois o artigo fica claro, ironicamente, um certo relativismo do próprio autor, embora seu contexto é ligado na doutrina tradicional ]é uma luta pela “igualdade”, para tornar um mundo um lugar melhor, sendo bom para todos, numa “espiritualidade”. Mas as pessoas logo percebem que não há necessidade de ir a uma igreja para contribuírem a fim disso, assim que param de irem para a igreja, e essa é a razão pela qual o modernismo irar desaparecer: a primeira geração de modernistas freqüentava a igreja regulamente, a segunda em vez em quando, a terceira, muito raramente, mas a quarta não vê a necessidade de freqüentar uma celebração religiosa.  Eles concluem que, se de fato a religião é humanismo, o ritual de domingo é irrelevante.

2­- Modernismo é algo individualista e não coletiva: cada uma pessoa decide sozinha  de cada sociedade ou tema religioso conseqüentemente para ela, com indivíduos de opiniões fortes, mas de grupos diferentes afinidades intelectuais cada vez mais reduzida, até o seu desaparecimento.

3- O Modernismo é também subjetivo e sentimental [porta aberta a gnose]. É doutrina de impedimento e promove a individualidade espiritual ditadas pelos sentimentos da moral e doutrinário a questões importantes. Então, esse sentimentalismo, subjetivismo [pode se entender também relativismo], são rápidos de tirar a pessoa dos dogmas da Igreja, que requer adesão aos seus princípios. Os modernistas preferem “sua” espiritualidade e experiências individuais para qualquer atividade religiosa e de um culto coletivo. Isso é aonde vem o refrão “eu estou interessado em religião, e não em espiritualidade”. Este é o ponto atingi, nas igrejas protestantes e em uma parte da Igreja Católica que adotou esse pensamento moderno que não pode morrer porque seus seguidores  não vêem vantagem de serem chamados, ou ser mesmo um crente.

4 – O Modernismo é um torcedor do revisionismo histórico. Modernistas rescreveem a historia segundo seus princípios e preconceitos. Quanto à religião, eles se cruzam com a Tradição, a essência da verdadeira religião. Como resultado, eles não obedecem à moda em matéria religiosa, que pode mudar, e pedem avanços mais previamente estabelecidos. Esta abordagem para atitudes de curto prazo pode garantir eles viverem longamente no corpo eclesial.

5 – os modernistas usam muito a contra-concepção e o aborto. Eles não têm filhos suficientes para enfrentá-los, e como a criança é criada na idéia que a liberdade de escolha é um valor cardeal, eles acabaram de abraçarem o paganismo ou a verdadeira religião.

6 – O cristianismo moderno está exigindo nada de seu rebanho. Pergunte a um modernista porque precisamos ir à igreja, a resposta será algo como: “Tu não precisas, mas estamos aqui, se tu quiseres vir, e isso te fazes sentir melhor, estamos prontos para ti seres bem-vindo”. Os sacerdotes católicos modernistas esfregam as mãos porque ninguém freqüenta os sacramentos. Isto é simplesmente porque durante 40 anos tem ensinado que não era pecado mortal deixar de ir a uma Missa, que a pratica religiosa não deve ser motivada pelo medo perder sua salvação, mas [somente] por amor a Deus.  Embora este último sentimento parecesse ser digno, aqueles que não vêem problema nisso não deveria ser surpreender ao vê-los na frente nas igrejas vazias neste domingo.

7 – os modernistas não percebem a necessidade da prática religiosa, inclusive que se refere a si mesmo. Muitas vezes não (na verdade, ela na maioria das vezes) acreditava, na redenção do pecado, tudo que é sobrenatural, ele (ela) se tornou gradualmente modernista, e continuou a praticar, mas nunca se perguntou qual era a necessidade. Se isso acontecer, ele (ela) mais tarde vai deixar a Igreja.  A não ser, claro, que ele seja um padre: para um profissional da religião, que é tão difícil de converter é melhor continuar a servir a sua Igreja sem muita convicção.

8 – O modernista permite toda a degeneração moral que minam a força da religião. Ser fiel a uma religião sobrenatural a moral exige alto-disciplina, e limitada nas suas ações aspirações desordenadas. Em vez disso, o modernista acredita que nenhuma religião pode impedir suas aspirações diferentes, sejam elas quais forem, que vive no coração do homem. É a religião do hedonismo, mestiços; para um hedonista verdadeiro, porém,  há necessidade de adereços religiosos.

9 – os modernistas não são felizes. Entretanto, do meu ponto de vista eles não olharam.

10 – os modernistas não têm imaginação, eles levam tudo literalmente, que eles consideram um absurdo a radicalidade do Evangelho. São da respeitabilidade burguesa respeitável do mundo moderno, sempre da opinião da maioria, com a fera da subversão que é de fato institucionalizada. A busca da respeitabilidade, na luz da sociedade contemporânea, será cada vez mais a morte da verdadeira religiosidade.

Na conclusão, o que vai acontecer com o cristianismo moderno? Ele vai desaparecer, ou deixará de ser cristão. O modernismo não, infelizmente logo deixará de aparecer na ouropel (terminologia, costumes...) cristão, mas na adoção de formas ainda mais monstruosas na aparência ficando muito convincente. Espera se vê os modernistas continuarem a adotar todos os costumes negativos com sua sociedade.


[Tradução pessoal via Fides et Radio. Observações entre colchetes minhas]

***

Se tu falas que é católico e já dizes por aí que “é normal pertence a qualquer 'igreja cristã'", então não estas longe na “evolução” amorosa apresentado pelo artigo acima. E, quem sabe, no exemplo da super “evolução” do Padre François Houtart, um dos principais redatores da Gaudim Et Spes, a justificar sua tentativa de abusar de um menino:


Cuidado, ele “pode ser você amaaanhã!”