domingo, 9 de janeiro de 2011

Provável volta da sedia gestatoria e esperança para um novo caminho para a Igreja



O ano de 2009 circulou muito rumores sobre a volta da sedia gestatoria. Os críticos, inimigos da doutrina de sempre, andaram logo dizendo que isso era algo mais saudosista que útil de fato a Igreja. Porém,  mês de janeiro de 2011, com essa idas e vindas de rumores,  há um argumento que há uma necessidade realmente dela: “O especialista em segurança Dominic Scarborough pede ao Vaticano para desenhar na tradição para evitar uma repetição do ataque Missa do Galo a Bento XVI”.

Os últimos momentos da gesta gestatória ocorreram nos pontificados revolucionários de Paulo VI e João Paulo I. Estes desejavam serem fiéis as mudanças da via crucis do Concílio, e a Igreja assim já caminhava com a face vergonha por causa do seu passado.

Depois da coroação, Paulo VI aboliu pessoas e coisas que cercava a sua gesta:  frabellas, os guardas que sempre acompanhavam ao lado dos papas, os sediares, enfim, todas as coisas que lembravam a corte papal e esse momento triunfante do papa monarca. Ironicamente, o reumatismo de Montini a salvou da mania dele de abolir tudo.

Em 1978, no pontificado 33 dias de João Paulo I prometia prosseguir mais radicalmente nessa direção. Ficou claro isso no dia da sua posse na Praça São Pedro: coroação, sem coroa, e uma Missa solene, sem solenidade. Por isso que Luciani não desejava se locomover publicamente com ela no seu pontificado para seguir a pobreza do Concílio. Mas graças à insistência ao papa por parte dos sediares, mais uma vez esse instrumento teve sobrevida. 

João Paulo II, infelizmente, com a simplicidade dos dois seus antecessores, a matou de vez. Nos últimos momentos de pontificado e com a velhice implorando parar de andar tanto, ele preferiu a “sedia motorizada” para ser fiel a esse desejo dos seus últimos antecessores em Roma.  Era uma espécie de carrinho moderninho que levava Wojtyla sentado para celebrar as missas papais na Basílica do Vaticano.

Mas por causa de uma loucura de uma mulher que correu de encontro do papa na procissão da Missa de Natal de 2009, começou a se pensar seriamente na sua volta que hoje retornou com essa especulação com a volta dos sediares.

Foi necessário que o Papa Bento XVI caísse com a cara ao chão sobre essa vontade papal conciliar a fim de satisfazer essa mentalidade antropocêntrica sempre indo até ao altar de São Pedro para vê essa verdade?

Não se sabe, mas há um ditado que diz que "Deus escreve certo em linhas tortas".  Quem sabe um papa conciliar verá que não só a sedia gestaroria é um caminho seguro (Pio XII ficava em pé nela), mas toda Tradição para a Igreja. Isso é mais importante.