É sabido a todos os católicos que há hoje uma forte pressão sobre o Papa Bento XVI. Mas é provável que esse catolicismo, se há algo católico nessa grande maioria chegando perto aos portões do hospício, ainda lembra o que escreveu a Irmã Lúcia nas suas memórias, conforme pedira o Bispo José da Silva em 1941. Trata-se de uma passagem dela com a prima Jacinta:
“Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mãos na cara a chorar. Fora de casa estava muita gente, e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas, e diziam-lhe muitas palavras feias.» E mais adiante Lucia narra outra visão de Jacinta: «Não vês tanta estrada, tantos caminhos e campos cheios de gente, a chorar com fome, e não têm nada para comer?! E o Santo Padre numa igreja, diante do Imaculado Coração de Maria, a rezar?! E tanta gente a rezar com ele?! Passados alguns dias perguntou-me: Posso dizer que vi o Santo Padre e toda aquela gente? – Não. Não vês que isso faz parte do segredo?! Que por aí logo se descobria?! – Está bem; então não digo nada.” – parte extraída do sítio “Fim dos tempos”.
A “casa muito grande”, metaforicamente provável, pode representar a Igreja ou o Vaticano. Os de “fora” são os que pressionam o papa, e o Evangelho demonstra que são sempre os pagãos ou propriamente os inimigos declarados da Igreja. “Mãos a face” significa vergonha ou arrependimento do Pontífice. Os “tantos caminhos” é o catolicismo de hoje com essa mentalidade liberal entregue a várias heresias e aberta aos erros do mundo. E, conseguintemente, leva-os a fome, isto é, a apostasia. “Diante do Imaculado Coração de Maria” e, mais adiante, se diz que tinha muita gente a rezar com ele que possivelmente seja uma consagração a Nossa Senhora, pedido de auxílio. E a “mesa”?
Nós da Tradição no Brasil conhecemos aquele sensato trabalho teológico que se que se chama “As Sessenta e Duas Razões”, elaborado por vinte e cinco padres diocesanos de Campos, Rio de Janeiro, embora esses mesmos padres enlouquecessem atualmente. Lê-se no documento, antes das vinte cinco razões no texto, no segundo quadro cuja comparação demonstrada entre as duas missas, se diz que na Missa fabricada há uma “mesa”.
Para bom entendedor meia palavra basta. Há uma ligação da “mesa” aos demais sinais metafóricos apontados e, deste modo, a todo contexto.
É uma linha de raciocínio de postagens aqui antes, porque o Vaticano não se dispõe a nos revelar a mensagem de Fátima. Embora sejam somente hipóteses pessoais, não seria sem fundamento e um absurdo diante desta crise que isso se chama Vaticano II acima.
Se Bento XVI é o papa da profecia de Fátima e continuará a sofrer bastante assim, não há certeza. Entretanto, haverá um pontificado que irá de encontro a essas tristes e penosas diretrizes conciliares. E sofrerá muito por isso.
O que se pode nos animar, como desejosos pelo bem da Igreja, do próprio papa e seguidores da continuidade de sempre na Igreja, que haverá um papa que se arrependerá, ou se converterá.
Assim romperá essa aliança louca da Igreja com o mundo que assombra o catolicismo.
“Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mãos na cara a chorar. Fora de casa estava muita gente, e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas, e diziam-lhe muitas palavras feias.» E mais adiante Lucia narra outra visão de Jacinta: «Não vês tanta estrada, tantos caminhos e campos cheios de gente, a chorar com fome, e não têm nada para comer?! E o Santo Padre numa igreja, diante do Imaculado Coração de Maria, a rezar?! E tanta gente a rezar com ele?! Passados alguns dias perguntou-me: Posso dizer que vi o Santo Padre e toda aquela gente? – Não. Não vês que isso faz parte do segredo?! Que por aí logo se descobria?! – Está bem; então não digo nada.” – parte extraída do sítio “Fim dos tempos”.
A “casa muito grande”, metaforicamente provável, pode representar a Igreja ou o Vaticano. Os de “fora” são os que pressionam o papa, e o Evangelho demonstra que são sempre os pagãos ou propriamente os inimigos declarados da Igreja. “Mãos a face” significa vergonha ou arrependimento do Pontífice. Os “tantos caminhos” é o catolicismo de hoje com essa mentalidade liberal entregue a várias heresias e aberta aos erros do mundo. E, conseguintemente, leva-os a fome, isto é, a apostasia. “Diante do Imaculado Coração de Maria” e, mais adiante, se diz que tinha muita gente a rezar com ele que possivelmente seja uma consagração a Nossa Senhora, pedido de auxílio. E a “mesa”?
Nós da Tradição no Brasil conhecemos aquele sensato trabalho teológico que se que se chama “As Sessenta e Duas Razões”, elaborado por vinte e cinco padres diocesanos de Campos, Rio de Janeiro, embora esses mesmos padres enlouquecessem atualmente. Lê-se no documento, antes das vinte cinco razões no texto, no segundo quadro cuja comparação demonstrada entre as duas missas, se diz que na Missa fabricada há uma “mesa”.
Para bom entendedor meia palavra basta. Há uma ligação da “mesa” aos demais sinais metafóricos apontados e, deste modo, a todo contexto.
É uma linha de raciocínio de postagens aqui antes, porque o Vaticano não se dispõe a nos revelar a mensagem de Fátima. Embora sejam somente hipóteses pessoais, não seria sem fundamento e um absurdo diante desta crise que isso se chama Vaticano II acima.
Se Bento XVI é o papa da profecia de Fátima e continuará a sofrer bastante assim, não há certeza. Entretanto, haverá um pontificado que irá de encontro a essas tristes e penosas diretrizes conciliares. E sofrerá muito por isso.
O que se pode nos animar, como desejosos pelo bem da Igreja, do próprio papa e seguidores da continuidade de sempre na Igreja, que haverá um papa que se arrependerá, ou se converterá.
Assim romperá essa aliança louca da Igreja com o mundo que assombra o catolicismo.